Irmão mais velho

Por Ruiz

Semana passada tivemos a final do Big Brother. Há quem odeie na mesma proporção de quem ama. Sei lá, eu gosto.

#Confesso que eu não estou mais com muita paciência de assistir. Não que eu ache bobo ou etc, mas estou só um pouco sem paciência com TV.

Mas vamos lá! A idéia deste post é falar sobre os barracos e situações comuns desse reality show. Costumo dizer que sempre o mais “bobão” ganha o programa. O brasileiro é assim… dá valor ao matuto, ao simplório. Raras exceções à essa regra nas edições passadas. Jurava que o Gago iria ganhar, mas errou a mão ao se encrencar demais. As bonitinhas demais não ganham também. Se for feia, tem mais chance.

Essa edição me incomodou um pouco. Não vi as mulheres vaidosas. Pelo contrário. Tinha o carinha que mexia no cabelo o tempo todo. As moças mal se maquiavam para as aparições no programa. Acho que só duas se preparavam. Acho que elas tinham que ler este blog antes de terem entrado!!! Pelo menos dessa vez, achei não teve tanta exploração do corpo das meninas.

Mas fiquei feliz em ver novamente a diversidade. Gays, lésbicas, médicos, empresários, policiais, donos de ONG… Fiquei feliz em não ver homofobia ou racismo, que já foi presente em outras edições. Gostei de ver a civilidade.

Eu costumava dizer que eu gostaria de ter um único superpoder: de poder parar o tempo, e vagar pelo planeta, com todas as pessoas congeladas pelo periodo que eu quisesse. Poderia ir onde quisesse, dormiria mais, viajaria mais. Talvez eu fosse mais eu, ou pudessee ver as pessoas como elas são de verdade – e isso deve ser muito interessante. Coisa que posso ver no Big Brother.

Gosto de conhecer pessoas diferentes. Sou mais reservado – tenho necessidade de ouvir, e pouca de falar. Quem me conhece, sabe que eu sou mesmo assim. Acho que o ser humano é fascinante e quero aproveitar, no sentido puro da palavra, para conhecer as pessoas, sua história, seus sonhos… Ainda esses dias estava na rodoviária de SP, esperando uma pessoa, e fiquei imaginando o que trazia tanta gente para a cidade, qual a razão de cada um estar aqui.

Aprendemos muito observando. Vejo nesses programas tantas coisas que eu jamais faria, ou outras que gostaria de fazer. Talvez seja uma maneira divertida de conhecer novas perspectivas. E nisso, esse programa é bastante rico.

Um beijo,
Ruiz

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